terça-feira, 16 de agosto de 2011
miku miku dance assim que o vocaloid estava se tornando sucesso entre fãns de animes tanto pelas musicas e canções mas também pelo carisma de seus personagens cantores esse programa também criado pela yamaha é assim como o nome diz um software de animação de vocaloids como a Miku o objetivo é fazela dançar "ou apenas movimenta-la", eu tenho esse programa ele é um pouco chatinho no começo e demorado mas nada que vc não de conta.
A muitos videos tutoriais pelo youtube que podem ajuda-lo caso tenha difilculdade, o miku miku dance não é tão dificil de achar o software pela net diferente do vocaloid que vc não encontra "não facilmente".
Caso você um dia queira trabalhar com animação nada melhor que começar com o miku miku dance, basicamente o mesmo esquema mas os personagens já estão prontos é so você fazer uma animação.
Esse é um modelo de como é o miku miku dance:
sábado, 13 de agosto de 2011
Capitulo 1
Morte e Renascimento.
Quem nunca ouviu falar de ovines, aliens, abdução alienígenas... Sim todo mundo você acreditando ou não eles existem posso disser isso porque eu sou um alienígena ou mestiço, vocês não devem estar entendendo direito não é, mas vou explicar, meu nome é Thiago moro ou morava na terra, em um pais chamado Brasil, sei o Brasil é muito extenso, mas o lugar onde eu morava era o fim do mundo mas se querem mesmo saber eu morava em Suzano.
Um dia antes das aulas começarem eu e um amigos fomos a boliche a caminho encontramos uns amigos não muitos já que eu não sou muito sociável, em outras palavras tenho quatro amigos e acho que um deles só anda comigo porque gosta da minha irmã, meus amigos são o Rafael um nerd da escola o mais aplicado da sala e o que mais se dá mal com os valentões, o outro é o Jorge ele é o caladão nem comigo não consigo mais do que um bom dia, legal e de vez em quanto ele dizia "hum... interessante" que poderia ser apenas que ele achou interessante ou que ele estava sendo sarcástico nunca soube até hoje, a outra é a Sara que mais parece uma louca desvairada e por ultimo o Fernando esse é o garoto mais popular da escola ele só anda comigo porque gosta da minha irmã, e eu um garoto magro com cabelos negros escuros e com certo apego ao sarcasmo e a minha completa falta de responsabilidade a certas coisas eram o que diziam sempre, mas nunca acreditei nisso.
No meio do caminho e da nossa discussão sobre a divisão do time já que éramos cinco e eu sempre era o que sobrava vimos o que poderia ser apenas um helicóptero procurando por bandidos até o momento em que o aquela luz ofuscou meus olhos e não consegui ver nada além de vultos dos meus colegas e a sensação de ser sugado pela luz, não me lembro do que aconteceu, mas me lembro de ter adormecido como se alguém ou alguma coisa me dopasse, passado um tempo me lembro de apenas alguns sons, como se estivesse em avião com turbulência no começo depois o barulho de metal caindo no chão e por fim o silencio.
Acordei com dores pelo corpo todo olhei ao redor e me vi dentro de algo imensamente grande de metal e com luzes e fio caído por todos os lados, de imediato sai de baixo de umas caixas de metais que estavam sobre minha perna, cambaleando encontrei uma saída uma pequena e estreita saída.
Havia raios do sol que se chocou com minha pele, revelando finalmente ao meu cérebro que havia chegado a uma clareira. Ignorei a pulsação rápida de meu coração chocando-se com minhas costelas e me fazendo sentir dor ao respirar, o ar da onde estava era pesado e tenso, provavelmente por estar em redor de uma floresta, olhei ao redor procurando por aqueles que me trouxeram até ali ou até mesmo pelos meus amigos não vi ninguém apenas rastros de alguma coisa muito pesada estivesse saído às pressas, fiquei me perguntando onde diabo havia parado sabia apenas que não estava mais em Suzano, poderia não gostar muito da onde tinha vívido por tantos anos, mas o conhecia como a palma da minha mão.
O ar abafado da floresta densa impedia minha respiração normal. Cada esforço que eu possuía era voltado apenas para objeto de meu grande desejo pessoal de sair logo dali e voltar pra casa, certamente nunca havia acreditado muito em naves espaciais, mas a grande massa de metal atrás de mim obviamente era uma nave espacial, a primeira coisa em que pensei foi se meus amigos ainda estavam na terra o que será que eles disseram a policia ou a meus pais.
-Que droga como faço pra sair daqui?- Se as criaturas que estavam nessa nave fugiram deixando vários objetos de tecnológica e sua vitima pra traz significaria que alguma coisa ruim poderia estar por perto.
Enquanto andava percebi que ao longe um casal de animais de encostava em uma imensa e estranha arvore, pareciam àquelas sequoias tronco largo e gigantesco, mas essa arvore parecia que dava frutos gigantescos também, quando voltei meu olhar as criaturas elas estavam me encarando com certo ódio no olhar pensei logo “preciso sair daqui”, antes que percebesse aquelas estranha criaturas que mais pareciam um camelo, mas ao invés de quatro patas elas tinham seis e com a boca mais repleta de dentes quanto um tubarão, aqueles animais eram extremamente rápidos antes de conseguir sair do lugar eles já estavam me atacando.
Não sei por quanto tempo exatamente continuei tentando resistir até que suas patas enormes esmagassem a primeira fileira de costelas. A dor era alucinante e potente, eu podia exatamente dizer onde elas possivelmente haviam se partido. Em fração de segundos depois seu bafo de muitos anos de carnificina soprou em meu rosto. Seus dentes bestiais a centímetros da minha cabeça, do outro lado á segunda criatura começava a me atacar em segundo ouvi um Crack.
Minhas pernas ficaram dormentes, pendendo em ângulos estranhos. Alguns cortes somaram-se a estranheza das sensações, deixando meu sangue fluir até chocar-se com a grama úmida abaixo de mim e senti minha garganta dor ao dar meu mais agoniantes gritos, nunca fui medroso e nem um pouco fui atacado por animais a não ser meu gato esse sim me odiava, mas Acima de tudo nunca pensaria que um dia eu morreria dessa forma nunca soube que um dia seria atacado por um camelo com dentes de tubarão e com seis patas em um planeta desconhecido.
Mais uma vez o tempo passou em lufadas horrivelmente demoradas. Eu esperava morrer, mas por que não podia ser mais rápido? A dor começava a tirar-me a sanidade e cada vez mais ela ganhava mais locais do meu corpo. Quando alguma parte do meu braço, que eu estava usando para afastar a besta de cima de mim, emitiu mais um som de partir de ossos, o peso do animal desapareceu de cima de mim.
Uma luz engoliu minha visão, acostumando-se com a claridade repentina. Minhas pupilas começavam a se adaptar totalmente quando um rosto em choque aproximou-se do meu. Era linda aquela mulher, quase como se não fosse real.
-Confia em mim?- Ela me perguntou com uma voz soprano quase como um sino, doce e melodioso. Pisquei meus olhos para de alguma forma fazê-la entender que eu confiava, sim, minha vida estava em suas mãos. Ela aproximou seu corpo de seda do meu, então senti seu corpo frio me levantar. Ótimo, mesmo morto eu sentia uma dor ainda louca, beirando quase a insanidade.
-Helior, por favor, me traga a medorx. – Com muita dificuldade virei-me a cabeça na direção da onde aquela linda mulher olhava e vi outro mostro era azul e muito grande, mas seus olhos eram de piedade. –Mirália o que esta pensando obviamente esse rapaz não é daqui ele deve ser de Clodersia, ou de Amerdiz e se for de algum outro planeta desconhecido não saberíamos os efeitos colaterais que poderia sofrer. -
A linda garota olhou-me com olhos de choro e voltou-se aquele ser a sua frente. – Ele já está sofrendo se não fizermos nada ele vai morrer. – Helior a olhou por mais alguns segundos e em seguida foi ao que parecia ser um carro só que esse não tinha rodas ele flutuava sobre o chão e em seguida voltou com uma maquina estranha parecia uma arma laser desses que aparecem em filmes de ficção cientifica. – O que é isso? - Mal conseguia ouvir minha própria voz a dor foi tão forte que meu cérebro me anestesiou sabia que não duraria muito.
A bela apenas falou - Não se preocupe vamos te salvar! – Sua voz suave me fez acreditar que tudo daria certo então deixei que ela me levasse até aquele alien azul e com uma maquina que mais parecia uma arma, senti algo espetar a pele do meu braço senti muita dor no começo depois essa dor começou a desaparecer e senti muito sono e logo adormeci.

